Início do projeto: julho 2025
Fim do projeto: julho 2026
Custo do projeto: €5.000
Financiamento: AMI
Parceiros: Bangladesh Integrated Social Advancement Programme (BISAP)
Beneficiários do projeto: Os beneficiários diretos são 3280 pessoas, sendo 2020 provenientes da comunidade refugiada e 1260 da comunidade de acolhimento. Prevê-se beneficiar indiretamente, um total de 16400 pessoas.
Este projeto é implementado pela organização bengali Bangladesh Integrated Social Advancement Programme (BISAP), em parceria com a AMI. Tem uma duração de 1 ano, com início a 15 de julho de 2025.
Chattogram ou Chitaggong é a 2ª maior cidade do Bangladesh, com uma população de mais de 3.9 milhões de habitantes só no interior da cidade.
Mais de 5 milhões de pessoas vivem nas zonas costeiras e bairros de lata do Distrito de Chattogram, e parte deles são refugiados Bihari.
Os Bihari são muçulmanos indianos que emigraram para a área oriental do Paquistão (e que passou a fazer parte do Bangladesh após a Guerra indo-paquistanesa em 1971). Com o fim da Guerra, passaram a ser vítimas de violência política, perderam os seus bens, o seu trabalho e tornaram-se sem-abrigo e apátridas. Mais de 50 anos depois, continuam a viver em campos de refugiados sem condições de higiene, saúde pública e habitação.
O projeto adota uma abordagem integrada e liderada pela comunidade para transformar a vida dos refugiados e assentamentos urbanos mais negligenciados nos distritos de Chattogram, Bangladesh. Pretende-se a promoção do acesso a cuidados de saúde primários, com equipas de profissionais treinados, com forte aposta na promoção da saúde. Simultaneamente, as comunidades desenvolverão competências por meio de formações, capacitando jovens e mulheres em situação de vulnerabilidade, promovendo o empreendedorismo alinhado à procura de mercado. Para além destas componentes, será aplicado m modelo de sensibilização liderado por pares para a promoção da higiene, da nutrição e da saúde comunitária com uma rede de e serviços de referência. Prevê-se ainda a formação de Comités de Espaços Seguros para prevenir a violência de género e promover a proteção. Serão utilizadas ferramentas digitais para acompanhar as tendências de saúde e ministrar e-learning. Estas inovações estabelecerão as bases para a saúde sustentável, a segurança e a autossuficiência económica.
A intervenção é feita nos bairros de lata urbanos que concentram população refugiada, beneficiando um total de 3280 pessoas, sendo 2020 provenientes da comunidade refugiada e 1260 da comunidade de acolhimento. Prevê-se beneficiar indiretamente, um total de 16400 pessoas.
Trata-se da quarta iniciativa implementada pela BISAP, em parceria com a AMI.
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