Ação Humanitária

Ao longo de quatro décadas de trabalho humanitário, a AMI tem vindo a intervir a nível internacional em Ação Humanitária, de forma a tentar minimizar os danos e desafios provocados por catástrofes ambientais e conflitos, e em Cooperação para o Desenvolvimento, com o envolvimento estreito de atores locais e o fortalecimento da sociedade civil, tendo esses dois eixos, objetivos diferentes e formas distintas de trabalhar no terreno.

Além disso, as intervenções no terreno, sejam em Ação Humanitária ou em Cooperação para o Desenvolvimento, também podem ter desenhos diferentes, nomeadamente:

  • Os Grandes projetos / Missões, implementados diretamente pela AMI, com equipas expatriadas, ainda que envolvendo parceiros locais;   
  • Os PIPOL (Projetos Internacionais em Parceria com Organizações Locais), que são planeados em conjunto, financiados pela AMI, mas implementados no terreno por parceiros locais;   
  • Os Apoios, que são parcerias semelhantes aos PIPOL, mas são apoios de menor duração e valor orçamental e que consistem numa ajuda mais pontual.

As missões de emergência (Ação Humanitária), desde sempre inscritas no ADN da AMI, são realizadas em situações em que se justifique o envio de recursos humanos expatriados e materiais como resposta a crises naturais ou humanas. Estas intervenções implicam a elaboração e implementação de projetos, preferencialmente na área da saúde. A AMI continua a estar preparada para intervir face a cenários de catástrofe que possam vir a ocorrer de forma imprevisível, melhorando constantemente as capacidades de pessoas e recursos para fazer face a cenários de emergência.

Através desta estratégia, a AMI procura desenvolver uma intervenção sustentável, duradoura e focada na Cooperação para o Desenvolvimento em muitos países de África, Ásia, América Latina e Médio-Oriente, tal como tem criada uma rede de intervenção e colaboração para respostas humanitárias de emergência.

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Empoderamento e Saúde para as populações refugiadas e deslocadas em Chattogram, Bangladesh
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